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Onde Está a Democracia? O Voto Contra Luciano Duque é um Atentado ao Progresso de Serra Talhada

Por Helano Peixoto

Estive ao lado da prefeita Márcia Conrado, acreditei em seu projeto político e caminhei junto enquanto os ideais eram os mesmos. Mas a política, infelizmente, tem revelado um lado obscuro e autoritário que não posso compactuar. Hoje, estou na oposição ao lado de Luciano Duque, não por vaidade ou interesse pessoal, mas por não concordar com a forma como Márcia tem conduzido a política em Serra Talhada.

A mais recente manobra orquestrada pelo grupo que hoje governa a cidade é um verdadeiro ataque à democracia: impedir, no tapetão, a candidatura de Luciano Duque por meio da rejeição de suas contas na Câmara de Vereadores, onde Márcia tem maioria. Um processo claramente político, induzido pelo Palácio Municipal, que tenta silenciar uma das maiores lideranças da história recente de nossa cidade.

Onde está a democracia quando uma liderança é impedida de disputar as eleições não pelo voto do povo, mas por interesses de poder? Luciano Duque não é apenas um nome. Ele representa uma época em que Serra Talhada viveu grandes transformações. Basta olhar ao redor e contar os empreendimentos, obras e avanços que chegaram à nossa cidade durante sua gestão como prefeito.

Tornar Luciano Duque inelegível não é apenas uma jogada política suja, é um atentado contra o progresso de Serra Talhada. É calar uma voz que tem muito a contribuir, que conhece os problemas do povo, que carrega experiência e resultados concretos. É negar à população o direito de escolher com liberdade nas urnas.

É hora dos vereadores da base governista refletirem. Votar contra Luciano Duque nesse contexto não é votar com coerência nem com responsabilidade. É votar contra o direito do povo de escolher seus representantes. É votar contra a história, contra a justiça, contra o futuro de Serra Talhada.

Fica aqui um apelo: que a consciência e o compromisso com a democracia prevaleçam. Que os vereadores não se curvem à pressão política e votem pela coerência, pela liberdade e pelo respeito ao povo.

Serra Talhada merece um debate limpo, democrático e respeitoso. Porque calar vozes não fortalece um governo. Pelo contrário, enfraquece a democracia.

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