Acusada de sequestrar recursos do Fundeb, prefeita é vista por muitos como a responsável por sufocar os sonhos de professores e estudantes que aguardam há anos por justiça.
A prefeita Márcia Conrado (PT), de Serra Talhada, tem se consolidado, para grande parte dos servidores da educação, como uma verdadeira inimiga da classe. Sob sua gestão, denúncias graves envolvendo o uso irregular de verbas do Fundeb transformaram a esperança de centenas de professores em frustração.
Sequestro dos recursos do Fundeb
Segundo investigações do Ministério Público Federal, mais de R$ 9 milhões do Fundeb e do Salário Educação foram utilizados para cobrir despesas de 2023 com verbas de 2024 — algo ilegal. Esses recursos deveriam ser destinados à valorização do magistério, à infraestrutura das escolas e ao desenvolvimento estudantil.
Essa prática tem sido vista como um verdadeiro sequestro de recursos públicos, afetando diretamente professores que esperam há anos por pagamentos justos e alunos que estudam em condições precárias.
A ausência que grita mais alto
Em um momento de tensão com os professores, a prefeita sequer compareceu a uma assembleia da categoria. Sua ausência reforçou a imagem de uma gestora que omite-se do diálogo e evita prestação de contas.
A Justiça Federal determinou uma multa de R$ 50 mil por dia caso os desvios continuem, evidenciando a gravidade da situação.
Prefeita do confronto, não do diálogo
Em vez de responder com propostas e soluções, Márcia Conrado tem optado por ironias. Disse, por exemplo, que “há muita gente com língua de gigante e pé de anão”, em tom de desprezo aos que cobram justiça e seriedade com o dinheiro público.
Carrasca de sonhos
Para muitos educadores de Serra Talhada, Márcia Conrado deixou de ser aliada da educação e passou a ser a carrasca dos sonhos de quem dedicou a vida ao ensino. Esperanças foram trocadas por silêncio, e o respeito virou descaso.
A pergunta que não quer calar: até quando a prefeita manterá reféns os sonhos e os direitos de uma categoria inteira?
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